segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Prováveis eleitos!!! Repito: Prováveis!!!!!

Vários blogs e páginas no FaceBook entram na reta final das eleições proporcionais no DF com listas de “prováveis eleitos”, muitas vezes apoiados em “somas de pesquisas”.

Há vários cuidados a tomar nestas leituras. Por exemplo, não se pode “somar” pesquisas e estabelecer médias aritméticas para determinar “quem está na frente”. Cada instituto tem sua forma peculiar de atuar. Nas entrevistas “face à face”, são determinantes as amostragens escolhidas, os locais determinados e até mesmo o perfil… d@s entrevistad@res !

Da mesma forma, não se pode levar em consideração (para este tipo de exercício) as pesquisas estimuladas. A inclusão do nome no cartão garante muitas vezes no mínimo uma citação, enquanto a ausência condena a zero. Pesquisa não considera voto em legenda, que pode se tornar importante quando o partido tem forte candidato majoritário, que seja a Presidente da República, Governador ou Senador. Por ser geográfica, pesquisa também favorece os candidatos implantados em cidades, e tem mais dificuldades em captar os votos de categorias socioprofissionais ou o voto religioso.

A uma semana do pleito, mais da metade dos eleitores se declara indecisa quanto a seu voto na eleição proporcional. Enfim, é também necessário (mas trabalhoso) levar em consideração as intenções de voto de todos os candidatos citados e relacionados na pesquisa, para efetuar o cálculo “real” de votos por coligação, o quociente eleitoral, o partidário, e as distribuições de vagas remanescentes na sobra.

Após todos estas precauções, e a título de exercício, eis os resultados que seriam registrados se a pesquisa Exata OP publicada por Sandro Gianelli (http://sandrogianelli.com.br/pesquisa-no-df-para-governador-senador-deputado-federal-e-distrital-2/) fosse o resultado da eleição no próximo dia 05 de outubro:]

Seriam eleitos Deputados Federais: Fraga (DEM), Izalci (PSDB), Alírio (PEN), Érika Kokay (PT), Vitor Paulo (PRB) + eleitos por média: Eliana Pedrosa (PPS), Rôney Némer (PMDB), Laerte Bessa (PR).

Seriam eleitos Deputados Distritais: Liliane Roriz (PRTB), Dr Michel (PP), Chico Vigilante (PT), Wasny (PT), Chico Leite (PT), Julio Cesar (PRB), Robério Negreiros (PMDB), Cristiano Araujo (PTB), Paulo Roriz (PP), Agaciel Maia (PTC), Rafael Prudente (PMDB), Bispo Renato (PR), Telma Rufino (PPL), Lira (PHS), Sandra Faraj (SD) + eleitos por média Juarezão (PRTB), Ricardo Vale (PT), Claudio Abrantes (PT), Dr Charles (PR), Risomar Carvalho (PT), Jaqueline Silva (PPL), Toninho Pop (PRTB), Guarda Jânio (PRTB) e Pepa (PHS).



quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Arruda diz:




Aviso!!!!

Problemas de formatação!!!
Ainda não se sabe o motivo, mas peço a compreensão dos colegas se elementos da página literalmente "SUMIREM"!!!
Estou trabalhando para reconfigurar o site.

Desde já agradeço aos leitores!!!



terça-feira, 23 de setembro de 2014

A polêmica...

Apesar da "aceitação" de vários colegas a proposta de restruturação apresentada pelo Comando da Corporação, gostaria de submeter aos colegas leitores BLOG algumas considerações:

Artigos considerados polêmicos da proposta de restruturação:
Art. 20. Incumbe ao Conselho Superior, no âmbito da Corporação, manifestar-se sobre:
I - orçamento anual da Corporação;
II - outros assuntos de interesse institucional;
III - proposições legislativas que afetem direta ou indiretamente a instituição;
IV - expedição de atos normativos;
V - propostas referentes ao aumento do efetivo, criação e extinção de cargos, a serem encaminhadas ao Governador do Distrito Federal;
VI - conflitos de atribuições entre os órgãos de direção, de apoio e de execução;

VII - proposta referente à remuneração, a ser encaminhada ao Governador do Distrito Federal;(Que proposta será esta?? As representações dos praças não poderão opinar sobre nossa remuneração??)
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Art. 77. O policial militar não poderá constar em Quadro de Acesso quando:

I - for considerado não habilitado para o acesso, mediante decisão fundamentada da respectiva Comissão de Promoção, por ser incapaz de satisfazer ao critério estabelecido para o conceito moral da Corporação; (Comentário: O que seria essa tal conceito moral??)

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CAPÍTULO XI

DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL

Art. 82.(....) 

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Art. 84. A avaliação de desempenho profissional será realizada por 2 (dois) Oficiais, sendo um deles, em regra, o superior hierárquico imediato e o outro o Superintendente, Chefe, Diretor ou Comandante. (Comentário: Qual a garantia de que os avaliadores terão a total isenção?? Além do Regulamento Disciplinar do Exército, Código Penal Militar e Código Penal, ainda estaremos submetidos ao “humor” de um avaliador. Posso estar enganado, mas, acredito que a proposta somente visa um controle impróprio e desleal para com as praças, que em tese serão o principal alvo da tal “avaliação” Não há outra explicação razoável para isso. Reitero: É minha humilde opinião!!!!) 

Parágrafo único. A avaliação terá periodicidade anual e a respectiva Ficha Individual de Avaliação será encaminhada ao órgão competente, após publicação, até o dia 15 de janeiro do ano subsequente.

Art. 85.(...)
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Art. 88. Em caso de obtenção de menção de desempenho inadequado durante três anos seguidos ou três menções do mesmo teor no período de cinco anos, deverá ser instaurado o processo administrativo cabível, na forma da Lei. (Comentário: Se ”por acaso” um policial for mau avaliado 3 vezes vai direto ao Procedimento Administrativo de Licenciamento(PAL) ou ao conselho de Disciplina respectivamente.)

Art. 89. Quando, após um conjunto de avaliações sobre um policial militar, se verificar uma avaliação nitidamente diferente, favorável ou desfavorável, deverá o órgão de gestão de recursos humanos propor que sejam promovidas averiguações no sentido de esclarecer as razões que a motivaram.

Art. 90. As avaliações do desempenho devem ser objeto de tratamento estatístico, sistemático, cumulativo e comparado, face ao conjunto de policiais militares nas mesmas condições.

Art. 91. As normas para a execução do sistema de avaliação dos policiais militares da Polícia Militar do Distrito Federal serão regulamentadas por ato do Poder Executivo Federal mediante proposta do Comandante-Geral encaminhada pelo Governador do Distrito Federal.

O simples fato de se criar um mecanismo de controle totalmente, na minha opinião, direcionado a empoderar os oficiais é digno de não prosperar. Até porque a esmagadora maioria dos oficiais não usarão desse mecanismo para prejudicar uma praça. Isso é fato!! Entretanto, no meu entendimento, se houver a mínima possibilidade de injustiça nessa avaliação, temos o dever moral de não aceitar este instrumento e propor a sua retirada do texto.

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Art. 102. Os interstícios nas graduações de Primeiro-Sargento, Segundo-Sargento e Terceiro-Sargento, em um prazo de 4 (quatro) anos após a publicação desta Lei, será de 36 (trinta e seis) meses.( Comentário: Porque os Cabos que têm 11/12/13/15/17 anos de serviço não são contemplados com esse mecanismo?? Qual o motivo dessa discriminação??)






Reestruturação: Sim ou não? O que ganhamos? O que perdemos?

A política não pode ser usada para manipular a categoria. Acho um absurdo ver candidatos utilizando-se de “teorias da conspiração” diversas para tentar aparecer no meio político.  Quem ganha e quem perde com tudo isso? Quem perde é sempre a categoria! Política se faz com responsabilidade!

Ontem escrevi sobre a impressão que tive ao ir a uma reunião onde coronéis estavam apresentando a proposta de reestruturação. Permaneci por lá aproximadamente por cinco horas. Recebi uma cópia da proposta e estou analisando para não fazer como alguns que jogam com a categoria. A proposta tem vantagens e desvantagens. Precisamos ver se há possibilidade de consenso e posteriormente enviá-la se for possível sua aprovação. Simplesmente não enviá-la é mais prejudicial do que enviar.  Precisamos debater o tema de maneira séria! Não temos tempo a perder com politicagem!
Vejo como total falta de responsabilidade o que vários candidatos demagogos e hipócritas estão tentando fazer ao criar um clima de terror, sem apresentar solução para o problema. Nosso problema é fluidez em nossa carreira. Nosso problema é salário. Queremos receber salários dignos, queremos ser respeitados, queremos ser promovidos para irmos para reserva no mínimo subtenente. Não somos bobos, temos posicionamento, sabemos o que queremos.
Vejo que a maior falta de consenso está no quesito organizacional e competência. A atual reestruturação foi construída com base em três eixos principais. Sendo eles: carreira, competência e organização básica. Conversando com alguns amigos os pontos críticos e que não temos consenso foram:
  • A PM está querendo fazer o serviço de outras instituições: DETRAN (fiscalização de trânsito), o da PCDF (Termo circunstanciado e investigação), de vigilante (segurança patrimonial);
  • Os oficiais QOPM querem ser “autoridades policiais”, mas excluem os QOPMA. Por quê? A carreira do oficial QOPMA no projeto é visto como: “Atividades subsidiárias de apoio e auxilio à gestão da PMDF, sendo integrada por pessoal oriundo da graduação de subtenente, possuidor do curso superior, expedido por instituição de ensino reconhecida pelos sistemas de ensino federal, estadual ou no Distrito Federal, além do Curso de Habilitação de Oficiais Administrativos;”
  • Querem tirar o nome “Militar”, mas mantêm-se de “natureza militar”, seria somente um disfarce?
  • O ponto mais polêmico é a avaliação de desempenho para a promoção, constante na pág. 18, 19, e 20, onde encontramos o termo “moral”, mas de maneira vaga, subjetiva e que pode dar margem para aberrações diversas. A ficha individual de avaliação. No artigo 83 diz que “A ficha individual de avaliação será utilizada para aferir o mérito ético e técnico-profissional de todos os policiais militares”.
  • Uma dúvida é: “a proposta é de quem? Para quem? Por que as vésperas das eleições apresentar uma proposta com tão pouco tempo?”
  • A proposta atende a necessidade das praças? As promoções de 04 em 04 corrigirão distorções? E aquelas que já possuem 20 anos de corporação? Serão promovidos a subtenente?
  • A aposentaria das mulheres aos 25 anos de serviço sem garantia de direitos considerados para aposentaria seria algo bom para as policiais femininas?
  • Até que ponto oficiais fazendo plano de carreira de praças atenderia os nossos anseios? É possível?
  • Se a proposta é da classe, que desespero é esse de lançar o mais rápido possível? (Não seriam apenas propostas eleitoreiras para tenta ajudar o Agnelo?);
  • Até quem ponto o sigilo do projeto é justificativa para algumas atitudes dentro da corporação.
Como escrevi em uma carta aos policiais militares do DF, “Nossa categoria sofre hoje com o travamento dos quadros e consequentemente com a redução de nossas promoções. O que desejamos e defendemos é uma ampliação das vagas de subtenente e das vagas do QOPMA para dar fluidez a nossa carreira. Fazendo com que os mais novos possam chegar aos 15 anos na “classe especial” da carreira (subtenente) e os mais antigos, que hoje são terceiro sargento ou até mesmo primeiro sargentos, próximo de ir embora, possam chegar pelo menos a subtenente ou até mesmo ao QOPMA.”
Hoje eu abriria mão de trocar o nome da corporação, da entrada única na carreira, que somente beneficia aqueles que ainda irão entrar na corporação, de fazer parte do “judiciário”, de ser chamado de “vossa excelência” e de todas as fórmulas milagrosas propostas por uma ampliação das vagas de subtenente e das vagas do QOPMA que é o que realmente nos interessa e o que nos trará os benefícios que esperamos. Além disso, precisamos criar mecanismos que nos ofereça uma isonomia entre órgãos de segurança no DF. É o que eu acredito e pelo o que eu venho lutando, e pelo o que eu irei lutar, independentemente de mandato.
oficiais e praças
fonte:http://aderivaldo23.wordpress.com/2014/09/19/reestruturacao-sim-ou-nao-o-que-ganhamos-o-que-perdemos/

sábado, 20 de setembro de 2014

Sobre a tal proposta....


A respeito da reestruturação, quero dividir alguns aspectos com os senhores:

1. Se a reestruturação é tão boa assim, por quê essa alta empreendoria para que seja a aceita? Ora, se realmente fosse, com certeza seria aprovada como feito no modelo de 2009, a 12.086, que não sofreu restrições nem de oficiais, nem de praças;

2. Falando em reestruturação, nenhuma delas foi apresentada formalmente desde 2009. Nem Patricio, nem Oficiais, Nem associações. Por quê só agora temos o calor dessa discussão?

3. Uma proposta é apenas uma proposta. E no DF é ainda mais tenebrosa a aprovação de projeto de lei para a PMDF, que tramita na câmara federal. Garanto que muita gente vao se aposentar sem sequer provar das promoçoes desta proposta dos Oficiais. Isso fica mais latente com a ausencia do Agnelo, fadado ao fracasso. Relembro aqui a PEC 151/98; a PEC 300/07, e muitas outras, que estão no Congresso até hoje e nunca foram votadas. Um Soldado PM bem influente pode se servir do seu parlamentar para barrar a persecução, ou ainda, enchê-la de emendas que nem vai parecer a mesma;

4. O que nós precisamos é nos organizar (pracas) e apresentar nossa demanda. Verificar a necessidade de casa grupo de praça...é isso mesmo...grupo de praça...pois a incompetência dos que mandam, ao promover divergentes critérios de promoção, segregou nossa classe. Há então apenas uma saída: a) aumento salarial pra quem já está de saída, e; b) carreira pra quem tem tempo pra puxar aqui;

5. Se eles forçarem a barra e decidirem ir na queda de braço para essa aprovação, basta denunciar as invasões de competência: a) controlar vigilantes é do DPF; b) multar é do DETRAN; c) investigar é precipuamente da PC. Eles sabem disso...nossa competencia nesses casos é residual. O que vai sobrar é o tão famigerado TC que nada mais é do que um cadastro das partes e histórico do ocorrido;

6. Ah...ia esquecendo o bacharel em Direito...eles querem isso com toda força...nao é só a PMDF, mas todas as PMs desejam isso (oficiais). Sabem por quê? Se houver uma extinção ou unificação das policias, a unica autoridade reconhecida como ligação com o judiciario é o delegado...se os oficiais nao tiverem o requisito privativo de direiro...eles entram na vala comum;

7. As respeito do criterio de avaliação, bem que podiam copiar da LC 840/11, que pauta a avaliação pela subsequencia delas, ou seja, se no decorrer do ano, um servidor teve duas avaliacoes satisfatorias e uma ruim, ele nao pode ser considerado inapto para promocao, vez que no geral ele foi bem...coisa do tipo. Restou clara a cara de pau de escravizar e promover os puxas...

NCP - Novo Ciclo Policial

Fonte:https://www.facebook.com/profile.php?id=100006886277627&hc_location=timeline


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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Previsão das promoções para DEZEMBRO - Atualizados em 16 de Setembro de 2014


Atualização das Promoções em 16 SET 2014
existentes
Promoção reduzindo em 50% (30 meses)
***Promoção reduzindo em 75% (15 meses) - Vedada Pelo TCDF(Decisão) nº 4941/2013
ST

04

04
04
1º SGT

28

32
32
2º SGT

44

76
76
3º SGT
12

88

88
CB
423

05

511

TOTAL


203

711


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sábado, 13 de setembro de 2014

Desmilitarização: Responda, dê sua opinião!

     A possibilidade de desmilitarizar a polícia militar é tema que vem apresentando crescente número de discussões e debates não apenas na sociedade considerada “civil”, mas também, nas próprias organizações militares, em todos os seus níveis hierárquicos; contudo, ainda não de forma tão “explícita”.
   Com o fim da ditadura, houve a preocupação com uma reorganização democrática em diversos setores da sociedade. Porém, as policias foram deixadas de lado, em especial,  os militares ainda vivem um arcabouço jurídico totalmente incompatível com a nova ordem constitucional e incongruente para uma atividade eminentemente civil. Símbolo máximo de toda uma racionalidade autoritária e arbitrária do passado recente, estas não acenam com a possibilidade de melhorias significativas, comprometidas com um Estado Democrático de Direito.

Você é a favor ou contra a desmilitarização?
Quais seriam os benefícios?
Quais seriam os malefícios?
Como a população poderia ser beneficiada?





sexta-feira, 12 de setembro de 2014