BLOG DO HALK

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Precisamos falar sobre a Globo

fevereiro 17, 2018
Precisamos falar sobre a Globo


Além de discutir a concentração de audiência e de propriedade de mídia no país, entrevista traz bastidores de ex-editora do Jornal Nacional e ex-repórter do jornal O Globo



A primeira Conversa Pública de 2018 trouxe para centro do debate o Grupo Globoe os impactos econômicos, sociais e culturais que o conglomerado tem no Brasil. A entrevista realizada na Casa Pública, no Rio de Janeiro, foi conduzida pela jornalista e escritora americana Julia Michaels. Os entrevistados foram Beth Costa, secretária-geral da Fenaj e ex-editora do Jornal Nacional, Ruben Berta, do The Intercept e ex-repórter do O Globo, e Mônica Mourão, do Intervozes.

Julia Michaels – Gostaria que a Mônica, do Intervozes, que fez um estudo muito interessante sobre os donos da mídia no Brasil, falasse sobre a Globo.

Mônica Mourão – A pesquisa se chama “Quem Controla a Mídia no Brasil”. É um projeto da Repórteres Sem Fronteiras realizado em dez países, e o Brasil foi o 11º. A pesquisa analisou 50 veículos, e o critério de escolha foi a audiência. Dos 50 veículos, nove são ligados a grupos religiosos e nove, ao Grupo Globo. A gente tem aí duas forças muito grandes concentrando a mídia no país: a quantidade de audiência dos veículos das Organizações Globo está em primeiro lugar e é maior do que a soma do segundo, terceiro, quarto e quinto lugares juntos. Esse monitoramento no caso do Brasil traz o alerta vermelho de prejuízo para a democracia devido à concentração.

É uma concentração econômica, é uma concentração de audiência e, podemos dizer, uma concentração cultural se a gente pensar na forma como o Grupo Globo se coloca na sociedade. O grande desafio de falar sobre esse tema é não ficar – principalmente eu, que também sou nordestina – como aquele personagem do Tá No Ar que é um cara nordestino de esquerda que fica esculhambando a Globo. A gente precisa refinar os nossos argumentos. Não dá para simplesmente dizer: “Fora, Rede Globo. O povo não é bobo”. A gente tem que olhar com um pouco mais de cuidado para o que significa essa concentração midiática no Brasil. E o problema, digamos, da concentração midiática não é exclusividade da Globo. A gente fala dela porque tem uma robustez econômica, de audiência, de verbas publicitárias que se sobrepõe aos outros grupos. Mas ela, obviamente, pôde crescer e chegar a esse ponto por existir pouca regulação e menos ainda fiscalização do que é feito. Portanto, essa concentração é fruto, na verdade, de todo um sistema econômico e político.

Natalia Viana – Em 2014, a Globo tinha uma rede nacional de 118 TVs afiliadas e a receita foi US$ 7 bilhões. Segundo o The Economist, era o terceiro grupo midiático que crescia mais rápido no mundo.

Mônica Mourão – A Globo tem cinco emissoras que são Globo: Rio de Janeiro, Recife, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte – está no limite de acordo com a legislação. Mas o domínio de audiência se dá por meio das 123 redes afiliadas. E a gente sabe que a relação da “cabeça de rede” com as afiliadas é uma relação extremamente desigual.

Eu sou professora e dou uma matéria que se chama “Mídia Regional”. Nela, os estudantes tentavam atualizar o monitoramento que o Intervozes fez há alguns anos, e a grade de programação das afiliadas é quase igual a da “cabeça de rede”. Mesmo o que tem de diferente segue um padrão. Ou seja, a gente tem o Bom Dia RJ, tem o Bom Dia Ceará, tem o Bom Dia SP. E se reproduz na estética e na linha editorial. Então, esse domínio está presente, principalmente, a partir do sistema de afiliadas, que faz com que a emissora consiga estar dentro da lei, porém ocupando espaço no Brasil inteiro.

Julia Michaels – Eu gostaria muito de ouvir a Beth e depois o Ruben, que lá trabalharam, sobre como é decidida a pauta na Globo? Se tem um viés e, se tiver, qual é.

Beth Costa – Os interesses regionais também são muito fortes na questão da propriedade dos meios que vem da falta de regras para esse setor desde a Constituinte. A Globo está dentro e fora da lei ao não respeitar a Constituição no quesito de propriedade dos meios. E ela muito menos obedece ao capítulo da Comunicação Social da Constituição que trata do papel social de um meio de comunicação, principalmente rádio e TV, que é uma concessão do Estado. É como a saúde pública, a escola, a educação. A radiodifusão no Brasil é uma concessão do Poder Executivo e, portanto, teria que estar submetida a regras e leis porque presta um serviço público. Aliás, agora tem uma medida provisória do Temer que diz que não precisa mais ser concessão, mas autorização. Ou seja, nem passar pelo Congresso Nacional precisa mais. Não tem audiência pública, não tem transparência. Se passar essa norma, desobedecendo à Constituição, pode ser que a Globo tenha que ser submetida apenas a nada.

Julia Michaels – Como era quando você trabalhou lá?

Beth Costa – Trabalhei 22 anos. A definição das pautas e o que entra no ar e o que não entra obedece à lógica “eu boto no ar o que acho interessante para mim como grupo econômico”. Os jornalistas da Globo podem negar, mas existe. Como sindicalista e dirigente sindical da Federação Nacional dos Jornalistas [Fenaj], que criou o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, acredito que o jornalismo e o jornalista têm que dialogar com a sociedade porque o produto do trabalho dele é um produto social.

A gente poderia perder horas falando sobre a teoria da manipulação e como se faz a manipulação. A gente sabe que a Rede Globo, imbricada na questão cultural, é muito inteligente, e não se pode subestimar o seu grupo dirigente, que é muito bem preparado. Quando assumi o Sindicato dos Jornalistas em 1987, fiz uma reunião sindical na Globo para entender o seguinte: qual seria o papel do sindicato numa empresa que, naquela época, pagava o maior salário, tinha as melhores condições de trabalho, os melhores equipamentos, Fundo de Garantia, ou seja, uma empresa corretíssima. Na época, eu era casada com um psiquiatra. Quando cheguei em casa depois da reunião, falei: “Meu bem, essa reunião na Globo era mais pra você do que pra mim”. Porque as pessoas não conseguiam aliar os problemas éticos internos que tinham com o que elas faziam com a questão sindical. Achavam que o sindicato só tinha que ir até salário, condições de trabalho, e não se entrar no mérito, na ética do que cada um produz. As pessoas diziam: “Eu chego em casa, eu tinha que tomar uma dose de uísque, agora eu tomo três, eu tenho que me embebedar antes de dormir, eu tenho que me drogar”. O grande problema é que a definição das pautas obedece a interesses particulares, e não sociais, não de prestação de serviço público. A Rede Globo não presta um serviço à sociedade. Quando eu estava no Jornal Nacional, se apresentou a pauta do Luz para Todos como algo que o ex-presidente Lula iria inaugurar um poste no meio do nada. “Mas, se está levando energia elétrica para as cidades onde não existe, isso não é notícia?” “Ah, não vou fazer propaganda para o governo. O governo, se quiser fazer propaganda, que pague.”

Na parte do jornalismo, é a direção que dá as normas. Desde a campanha do Collor, o caçador de marajás, desde o debate Lula-Collor, desde sempre…

Então, a família e os proprietários, que não são proprietários, mas concessionários, tratam as emissoras, principalmente na parte de radiodifusão, como se fosse propriedade privada. Se você tem uma escola particular, você está submetido às diretrizes do MEC. Você pode até ganhar dinheiro com uma escola privada, com um hospital privado, mas você está submetido a regras gerais que trazem benefícios para a sociedade.

Julia Michaels – Ruben, quero fazer uma pergunta específica sobre a cobertura que O Globo fez do ex-governador Sérgio Cabral, atualmente preso. Eu sentia um noticiário com apoio irrestrito à pacificação que não mostrava as contradições.


Ruben Berta – Vocês talvez tenham uma visão mais macro do que a minha. O que posso passar de mais relevante é a experiência de alguém que fez parte daquela engrenagem durante um período muito grande. Eu fui repórter e o que posso dizer, talvez não agrade, mas em 95% do tempo fiz coisas que considero boas e reportagens de que me orgulho. Mas admito que existiu aqueles 5% vagabundos. Houve dois períodos na minha passagem no Globo que foram especialmente críticos. O período do Sérgio Cabral e o das manifestações de 2013.

2013 foi um período muito difícil de estar como repórter do jornal O Globo. O jornal fez uma capa desastrosa, emblemática, chamando as pessoas de vândalos. E, para quem estava na rua, foi muito triste ver aquilo. A gente ficou muito na linha de frente. Uma coisa importante de as pessoas entenderem é que houve uma mistura muito grande, que ainda se perpetua, que é entre o profissional e a empresa. Não necessariamente eles se misturam. Então, naquele período se criou um clima de animosidade em que você já ia para a rua num alto nível de estresse. Não menos de três vezes voltei para a casa e chorei: “Meu Deus, eu não estou conseguindo cumprir minha função”, pensava. Quem estava lá dentro da redação não me ouvia, o que eu passava era simplesmente ignorado. E lá fora, na rua, eu era o jornalista da mídia golpista que tinha que apanhar. E, talvez, tenha sido o período em que eu tenha sentido mais, realmente, uma distância entre a cúpula da redação e quem estava na rua acompanhando.

Eu não sei se O Globo, especificamente, sendo mais crítico à gestão Sérgio Cabral, mudaria alguma coisa no quadro que a gente vê no Rio de Janeiro, mas o fato é que houve uma omissão, sim, e muito séria. O Cabral, não sei exatamente por que motivos, isso não chegava pra gente, era um tema que pouco podia ser falado. Para você ir à frente com uma denúncia contra o Cabral, você tinha que ter algo, enfim, o tal do “batom na cueca”, que era uma coisa difícil. E, às vezes, mesmo quando se tinha “batom na cueca”, era embarreirado. Havia um clima de que o Rio estava próspero e a gente não podia acabar com essa prosperidade do Rio. O que eu não posso deixar de ressaltar também é que assim, em grande parte do tempo, eu tive até uma certa liberdade, fiz reportagens relevantes. Mas a coisa vai um pouco de acordo também e, mais especificamente no Rio, com quem está no poder. O Globo era um jornal na gestão Garotinho e virou outro jornal na gestão Cabral. Isso é claro. Então, sentia-se isto: acabou a gestão Garotinho, então agora se parou de fazer jornalismo investigativo. Um pouco também na gestão Eduardo Paes. Ah, a gestão Eduardo Paes, menos jornalismo investigativo. Crivella? Opa, mais jornalismo investigativo.

Beth Costa – Todo o meu trabalho na Rede Globo foi como editora de noticiário internacional. Eu acho que só por isso é que eu durei tanto tempo. Na minha área, as grandes restrições, como vocês devem imaginar, sempre foram Venezuela e Cuba. Então, nessas áreas, às vezes nem era eu que fazia a matéria para evitar brigas e discussões. Era o meu colega que dividia a edição de noticiário internacional. E eu tinha muita liberdade com os correspondentes também. A pauta era decidida, a relação muito boa, mas era assim: Europa, Estados Unidos e, quando chegava na América Latina, é que tinha problemas com esses dois países. E tinha realmente orientações para como cobrir, como editar as matérias.

Mariana Simões – Rubem, eu queria que você comentasse como você passou de O Globo para o The Intercept e se as pessoas olham você como se fosse “uma alternativa”.

Ruben Berta – Tem gente que ainda vê a mídia independente como uma coisa menor. Muitos assessores de imprensa estão mais interessados se vai sair uma notinha no Ancelmo Gois ou no Lauro Jardim do que se sairá uma matéria mais profunda na mídia independente. Existe esse desafio de a gente se consolidar e de ir ganhando aos poucos esse respeito e credibilidade. Acho que a gente tem que fazer um pouco de autocrítica também. Como hoje a internet tem um zilhão de opções, há algumas coisas que são mais sérias, menos sérias e, às vezes, as coisas que não são tão sérias acabam ganhando uma audiência maior do que as coisas que são mais sérias. Você gritar que a Globo é golpista, isso dá mais audiência do que você fazer uma matéria mostrando que a Fecomercio, que era comandada por um cara superduvidoso, vinha financiando a Infoglobo há muito tempo, mas talvez isso não tenha um impacto tão grande quanto você gritar que a Globo é golpista.

Alexandre Caroli – A minha pergunta é em relação à ética profissional. Será que a gente vai ter que conviver agora com essa impossibilidade de ter uma diversidade ideológica, de pensamento, de visão de mundo, em qualquer redação?

Beth Costa – O tema é interessante, mas é bastante complexo. Primeiro, vamos voltar ao fundamento do nosso debate. Para esse tipo de posicionamento acontecer, a gente tem que acabar com o monopólio da mídia. Ele é antidemocrático, é antiprofissional, é explorador. Então, o jornalista é contratado para produzir para um veículo e o que ele faz é usado em qualquer dos veículos do grupo. A Globo pode ser que não tenha mais o lucro de antes, mas não tenham dúvidas que ela não tem prejuízo. Ela está sempre no azul. Eu sempre briguei, como profissional e como sindicalista, que não se pode obrigar um jornalista, um trabalhador, quando entra, cruza a portaria da emissora, a deixar de lado tudo que aprendeu. Sua mãe falou: “Não pode mentir, não pode roubar”, e aí, de repente, você entra e é obrigado, não digo a mentir, porque a Globo é muito esperta nos modelos de manipulação, mas você bota o foco no terciário, e não no principal. Você escreve de uma maneira que não se questiona nada e dá um jeito na hora da edição. Por exemplo, eu estava na Globo na época da discussão das cotas.

Se vendia a pauta assim: “Vamos fazer uma cobertura bem equilibrada, três contra e um a favor”. E esse um a favor, que era brilhante, você nunca usava o melhor momento e o melhor argumento dele na entrevista. Além de ser só um, o editor não tinha o trabalho de ir lá: “Bom, qual é o momento em que ele consegue elaborar melhor o argumento a favor?”. Certamente não era esse trecho da entrevista que aparecia no noticiário.

A Globo tentou me demitir várias vezes, nunca conseguiu. Então, quando eu pedi demissão, pedi que me mandassem embora para eu não perder os 22 anos que estive lá. Eu fui comer um lanche. Atrás de mim, em uma mesa, tinha dois jovens e um que estava lá havia uns dois anos e o outro que estava chegando. Disse: “Olha, você está chegando, aqui é ótimo para trabalhar. Agora, eu tenho um conselho para te dar. O segredo aqui é o seguinte: você faça tudo que te pedirem sem contestar”. Era o segredo para ficar na Globo! Um jovem de 23 anos!

Ruben Berta – Na verdade, hoje o que se prega é o discurso da isenção. Acho que, mais do que nunca, na mídia corporativa, o que se vende é o discurso da isenção. Você tem que ser isento. E é um discurso que eu tenho questionado. Já me questionava estando lá e que me questiono aqui fora. Eu acho que sim, é um dever nosso de jornalista tentar procurar a isenção, tentar ouvir todos os lados. Mas isso não quer dizer que nós sejamos seres sem opinião. É meio surreal você tentar convencer as pessoas de que você é um robô que reproduz as notícias exatamente, enfim, de uma forma matemática, em que cada elemento ali ganha um determinado espaço. Acho que nem as pessoas querem isso.

Ciro Barros – Queria que vocês se colocassem quanto a uma crítica recorrente de quem diz que falar em democratização dos meios de comunicação seria uma forma de censura?

Mônica Mourão – A gente no Intervozes tem uma grande preocupação em separar regulação de censura. Regulação significa colocar regras, existir regras para um determinado setor que, no caso, além de ser importante economicamente, também é simbolicamente. E a existência de regras faz parte da democracia. Se a gente olhar países democráticos da Europa, ou os próprios Estados Unidos, ou aqui do nosso lado, a Argentina, que depois sofreu até um revés em relação a isso, existem leis para dizer “olha, tem que ter limite de propriedade etc.”. A Dilma, na sua segunda campanha, falava assim: “O melhor controle é o controle remoto”. E depois falou: “Vamos fazer uma regulação econômica da mídia, e não de conteúdo, porque conteúdo é censura”. Na verdade, já existe regulação de conteúdo prevista na Constituição. Quando a Constituição fala que rádio e TV têm que dar prioridade para conteúdo educativo, cultural, regional, tudo isso que não é cumprido, até porque falta uma lei que regulamente isso, ou seja, diga como isso deve ser cumprido, está se falando de conteúdo. Regulação de conteúdo não é censura porque significa “existem regras”, ou seja, eu não posso passar um casal transando às 14h da tarde, porque vai ter criança vendo televisão. A censura é: “Olha, antes de você veicular, eu tenho que ver se isso pode ser veiculado ou não”. Ou é dizer: “A priori, você não pode falar de tal assunto”. Regulação de conteúdo não é isso, é ter regras para o conteúdo, que são importantes para que a gente tenha mais diversidade e também respeito a crianças e adolescentes que estão em situação de desenvolvimento. E é importante que não estejam expostos a qualquer tipo de conteúdo em qualquer horário.

large;">Fonte:Pragmatismo político


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Sem mudarmos as Leis, que protegem os marginais, essa Intervenção será apenas um remendo, afirma Jair Bolsonaro.

fevereiro 17, 2018
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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Comandante afasta 8 oficiais que deixaram de se submeter ao teste antidoping no Espírito Santo

fevereiro 16, 2018
Comandante afasta 8 oficiais que deixaram de se submeter ao teste antidoping no Espírito Santo
A ameaça se concretizou. O comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo, coronel Nylton Rodrigues Ribeiro Filho, acaba de afastar oito oficiais que teriam deixado de se submeter ao exame antidoping que estava marcado para os dias 18 a 21 de dezembro de 2017. Ao mesmo tempo, o coronel Nylton decidiu que vai encaminhar ao governador Paulo Hartung documentação necessária para a instauração de Conselho de Justificação contra os mesmos oito oficiais. O Conselho de Justificação julga a conduta dos oficiais, decidindo se eles podem ou não ser excluídos da corporação.

Em 8 de dezembro de 2017, a PM havia publicado, em seu Boletim Geral, a convocação de mais de 300 oficiais, que integravam o quadro de acesso para promoção, para se submeter ao teste antidoping. Exame antidrogas é necessário, mas comandante-geral da Polícia Militar expõe seus oficiais numa atitude desnecessária, deselegante e perigosa. A decisão pelo afastamento dos oito oficiais está publicada no Boletim Reservado desta sexta-feira (16/02).

O Blog do Elimar Côrtes teve acesso exclusivo ao teor da decisão do comandante Nylton Rodrigues, publicada no Boletim Reservado da PM, onde somente um restrito grupo de oficiais tem acesso por meio de senha eletrônica. Portanto, nem todos os oficiais da Corporação têm acesso ao Boletim Reservado – somente os que contam com a confiança do Comando Geral.

O Boletim traz os nomes dos oitos oficiais. No entanto, o Blog está deixando de publicar os nomes para preservar os profissionais, até porque eles não cometeram nenhum crime. Foram afastados de tenente-coronel a tenentes. O exame antidoping foi necessária por conta da nova Lei de Promoção de Oficiais.
Na mesma publicação, o comandante Nylton Rodrigues decidiu que os oficiais estão proibidos de concorrer à Escala de Serviço Extra e à escala relativa à Indenização Suplementar de Escala Operacional.

Foram revogadas as designações para o exercício de Função Gratificada desses mesmos oficiais (caso de existência da mesma); e retiradas deles todas as cautelas de material, de armamento e de equipamentos pertencentes à PMES. As armas, inclusive, têm de ser devolvidas imediatamente ao Comando.

Nylton Rodrigues determina ainda que a Corregedoria Geral da PM adote as providências para que o Comando encaminhe toda a documentação ao governador Paulo Hartung para a nomeação de Conselho de Justificação em desfavor dos oficiais.

O coronel Nylton também mandou a Diretoria de Recursos Humanos a adotar medidas decorrentes no que diz respeito ao bloqueio do pagamento de verbas relativas às escalas especiais, “respeitado o direito à percepção dos valores decorrentes das escalas já trabalhadas”. O oficiais também vão ter que entregar as viaturas que estejam sob a sua responsabilidade.






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Vídeo: comandante da PM pune policiais por criticar Justiça

fevereiro 16, 2018
Vídeo: comandante da PM pune policiais por criticar Justiça
O comandante-geral da Polícia Militar de Alagoas, coronel Marcos Sampaio, decidiu punir três policiais militares com oito dias de prisão, por terem voltado à casa de uma mulher presa com oito armas, na periferia de Maceió (AL), para registrar um vídeo com críticas à Justiça por tê-la libertado após menos de 24h do flagrante, em 13 de agosto de 2017. A punição resulta de processo administrativo disciplinar simplificado e foi publicada no Boletim Geral Ostensivo dessa quinta-feira (15).
Boletim Geral Ostensivo

A conclusão do comandante foi de que o cabo Robert José Leopoldino dos Santos e os soldados Lucivaldo Nazário da Silva e Ricardo Willdis Silva de Almeida devem ficar presos por ter atuado “de forma inconveniente, censurando decisão do Poder Judiciário que resultou na liberdade da senhora Maria Cícera Oliveira Lima Santos em audiência de custódia, resultando um desrespeito às medidas gerais de ordem judicial e seus atos, assim como, promover atos que se tornaram públicos e comprometeram o prestígio e a imagem da corporação”.

PRESA COM OITO ARMAS, MARIA CÍCERA FOI SOLTA APÓS AUDIÊNCIA DE CUSTÓDIA

As punições estão previstas no Regimento Disciplinar da Polícia Militar de Alagoas, no Decreto Estadual nº 37.042/1996. E o comandante afirma que, quando foi assegurado direito de defesa aos militares, este foi exercido, mas sem justificar o ato transgressional. Entre os integrantes da guarnição que voltou à casa da mulher libertada, somente um quarto policial não foi punido, o soldado Herbert Rodolfo Oliveira Gomes Peixoto, porque permaneceu dentro da viatura.

No vídeo alvo do processo, os policiais abordam a mulher à porta de sua residência no conjunto Cleto Marques Luz, na parte alta de Maceió, e pedem para ela explicar sua presença de volta ao local do flagrante, onde ela guardava oito revólveres calibre 32 e 38. Nas imagens, Maria Cícera confirma que obteve o direito à liberdade na Justiça: “Estou com meu alvará de soltura e não devo nada a ninguém”, responde a mulher, aos policiais militares.

Demonstrando irritação, os policiais ironizam, pedindo desculpas por a terem levado para a delegacia presa e constrangida. “Me desculpe, por ter vindo na casa da senhora, quebrado a porta da senhora, ter apreendido oito armas e ter levado a senhora constrangida até uma delegacia para um dia depois a senhora estar solta. Pelo amor de Deus!”, desabafa um dos policiais. DP

Reveja o vídeo que motivou as prisões dos policiais:





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Militares que atuarão na intervenção no Rio terão licença para matar

fevereiro 16, 2018
Militares que atuarão na intervenção no Rio terão licença para matar


Segundo o site O Antagonista apurou, a ideia do Exército Brasileiro na intervenção militar do Rio é a de repetir a estratégia da primeira fase de ocupação no Haiti. Por lá, os soldados tinham licença para “abater qualquer alvo hostil”.
Ainda segundo o site, a intervenção terá várias fases, com diferentes regras de engajamento. Conforme lei sancionada por Temer em 2017, os soldados estarão sujeitos apenas à Justiça Militar.




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"PEBAS" PRESOS COM PISTOLA 765 E REVÓLVER 38

fevereiro 16, 2018
"PEBAS" PRESOS COM PISTOLA 765 E REVÓLVER 38
    *🚨🚨P  M  D  F 🚨🚨*   
*CPRO*
*2° BPM* 
 *⚡GTOP  22, BPcães*⚡

*Data*: 16/02/2018
*Horário*: 14:30
*Local*: Qnm7 conjunto A lote 14
*Crime:* Apreensão de arma de fogo (pt7.65 e revólver cal.38)

*Histórico*
  
Diante de informações do SD Gonçalves do Gtop 26 que na Qnm 7 em frente à auto elétrica Marra encontrava-se um elemento em atitude suspeita e que o mesmo possivelmente estaria armado, a equipe do Gtop 22 deslocou-se rapidamente ao endereço no intuito de localizar o indivíduo.
Após localizado e abordado o elemento, foi encontrado uma pistola 7.65 na cintura do mesmo com 5 munições intactas e dentro do seu veículo VW Gol foi localizado um revólver calibre 38 com 4 munições intactas. Foi feito contato com o prefixo de BPcães para ser feita uma busca perimetral no recinto. Diante dos fatos a equipe deslocou para delegacia competente afim de serem tomadas as devidas providências. Em tempo, na delegacia responsável, constatou-se que o celular que o detido utilizava tratava -se de produto de roubo/furto.
⚡ *GTOP 22, BPcães*⚡

*Polícia Militar do Distrito Federal, muito mais que segurança.*


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Intervenção Militar Decretada na Segurança do RJ é Necessária?

fevereiro 16, 2018
Intervenção Militar Decretada na Segurança do RJ é Necessária?

O MAIOR DESAFIO QUE PODE DESTRUIR A IMAGEM DAS FORÇAS ARMADAS

A decretação de Intervenção Federal no Rio de Janeiro, na área da Segurança Pública, ocasionará o maior desafio para às Forças Armadas que estará a frente da missão, sob o Comando do General Walter Souza Braga Netto, Comandante Militar do Leste, que será nomeado Interventor. Os desafios são imensos, na mesma medida das incertezas.

A MUDANÇA NO RIO DE JANEIRO É MUITO MAIS PROFUNDA

Em verdade, a mudança no Estado Fluminense passa pela destituição e troca de toda a cúpula do Poder Executivo local, bem como de quase todos os membros do Poder Legislativo, pois de fato, faliram o Estado, além de notório envolvimento com a Corrupção e Crime Organizado.

A CÚPULA DA SEGURANÇA PÚBLICA DEVERÁ PEDIR DEMISSÃO

A consequência inicial da medida interventiva será o pedido de demissão de toda a cúpula da Segurança Pública do Rio de Janeiro, claramente desgastada e tida como incompetente.

COMO ASSEGURAR O COMANDO DAS POLÍCIAS MILITAR E CIVIL?

Provavelmente o maior desafio será a liderança e comando dos policiais militares e civis, que, em regra, possuem baixos salários, estariam desmotivados e, pior, com parcela das Corporações, envolvidas com o Tráfico de Drogas e Milícias. A disciplina nem de longe se assemelha a Castrense!

CONTINUARÁ OPERAÇÕES PARA “ENXUGAR GELO” COM SUPOSTOS ACORDOS COM O CRIME?

Uma das questões primordiais é saber como se dará às Operações das Forças Armadas. É sabido que a população espera resultados concretos, especialmente de apreensão de armas e desarticulação do crime organizado e milícias. Pergunta-se: isso ocorrerá ou haverá acordo de cavalheiros (Estado Organizado e Estado paralelo)?

O RISCO PARA OS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS PELA FALTA DE MORADIA E ARMAMENTO PESSOAL

Nunca é muito lembrar que os nossos militares das Forças Armadas, em sua maioria, não moram em imóvel funcional, não possuem residência própria e também não percebem Auxílio Moradia.

A consequência é residir em locais dominados pelo crime, sendo que, em regra, os militares das Forças Armadas não possuem Arma de Fogo Pessoal e Porte, ou seja, sequer consegue fazer frente a sua defesa pessoal e familiar

Blog do Messias Dias







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Detran e DER “infestam” ruas do DF com mais pardais e barreiras

fevereiro 16, 2018
Detran e DER “infestam” ruas do DF com mais pardais e barreiras
Serão 90 novos radares e barreiras eletrônicas em 2018. Ao fim das instalações, haverá 1.087 aparelhos para fiscalizar os motoristas no DF
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Além dos buracos provocados pelas chuvas e do trânsito pesado devido a obras no Eixão Sul e na EPGU, os motoristas brasilienses têm convivido com outra novidade nas últimas semanas: a multiplicação do número de pardais que vêm sendo instalados nas mais diversas vias do Distrito Federal.

Serão 90 novos radares e barreiras eletrônicas em 2018. Desses, 88 são do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF), e somente dois pertencem ao Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). A quantidade é equivalente a quase dois aparelhos instalados por semana, durante todo o ano, e mais de sete por mês.
A intensa atividade dos servidores desses órgãos motivou críticas até de quem já fez parte do GDF. No Carnaval, o coronel Rogério Leão, ex-chefe da Casa Militar na gestão Agnelo Queiroz (PT), publicou vídeo nas redes sociais para criticar a instalação dos pardais.

Com o acréscimo desses aparelhos, o DER vai dispor de 628 equipamentos para fiscalizar os condutores na capital. Atualmente, conta com 540. Eles estão sendo substituídos aos poucos, após o vencimento do contrato e a troca da empresa que presta o serviço. Por todo o DF, há novos cortes nas pistas e postes de pardais sendo colocados.

Já o Detran informou possuir, hoje, 459 equipamentos eletrônicos (208 pardais, 135 de avanços de sinal e 116 barreiras eletrônicas). Somados os aparatos, Detran e DER têm 1.087 aparelhos para fiscalizar os motoristas, sendo 836 pardais.

Segundo o DER, a alteração é necessária porque não é possível ligar os novos radares à fiação antiga. A mudança, no entanto, tem confundido alguns condutores, que não sabem exatamente onde os pardais irão medir a velocidade dos carros.

Esses aparelhos, mais modernos, fazem a fiscalização da velocidade, de avanço semafórico, parada sobre a faixa de pedestres, trânsito nas faixas exclusivas e contagem de tráfego. Alguns possibilitam o cálculo indicativo em tempo real do melhor trajeto entre dois pontos.
RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

Velocidade média aferida, mas sem multa

Outra novidade no monitoramento são radares que medem a velocidade média dos veículos ao longo das vias, não somente em trechos nos quais os carros passam pelos aparelhos. Ou seja, se em uma pista de 80km/h o condutor andar a 90km/h e frear sempre quando avistar um radar, a fiscalização saberá que ele não respeitou o limite. Isso ocorre porque a tecnologia dos novos equipamentos calcula o tempo que o automóvel levaria de um ponto ao outro se trafegasse na velocidade permitida.

A medida, no entanto, não pode resultar em multas para os apressadinhos. Isso porque, como não há resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre o tema, os motoristas não podem ser penalizados.

Alguns estados que já adotam a tecnologia, como São Paulo, têm notificado os motoristas, com a intenção de educá-los e orientá-los a seguir as normas de trânsito. Consultado sobre o assunto, o DER-DF não respondeu se pretende advertir os motoristas no Distrito Federal.
Detran-DF
Diferentemente do DER, o Detran não fez grandes mudanças na fiscalização. Foram duas instalações, uma no Guará I, de avanço de sinal, e outra próxima ao Setor Noroeste, de fiscalização eletrônica.

No Guará I, o Detran acrescentou um equipamento de avanço de sinal na QE 20, próximo da Escola Classe 5, local onde uma ciclista morreu atropelada por um ônibus em 2017. O departamento de Engenharia do órgão decidiu manter a velocidade de 60km/h. A outra intervenção foi feita no Noroeste, no Setor Terminal Norte, a 250 metros da Epia, sentido W3 Norte. A via teve a velocidade reduzida, de 70km/h para 60km/h.

Em dezembro passado, duas barreiras eletrônicas foram colocadas na Quadra 24 do Gama Oeste, onde duas mulheres e um bebê morreram atropelados por um menor que dirigia o veículo do pai. A via é de 60km/h, e a barreira permite velocidade máxima de 50km/h.
FELIPE MENEZES/METRÓPOLE
Barreiras eletrônicas também estão sendo instaladas no DF

Cofres cheios
O reforço na vigilância das ruas tende a aumentar também a arrecadação. A julgar pelos cofres, os órgãos têm se mostrado eficientes máquinas de receita. Com multas de trânsito em 2017, o DER embolsou R$ 102,6 milhões. O Detran, por sua vez, atingiu inéditos R$ 474 milhões na conta total, sendo R$ 130,9 milhões oriundos de infrações de trânsito e R$ 343,3 milhões com serviços.

Segundo o DER, 55,36% desse valor (R$ 44,25 milhões) foram gastos com fiscalização e policiamento. Outros 28,06%, com engenharia e tráfego de campo, somando R$ 22,42 milhões. Com educação de trânsito, houve o empenho de apenas 9,3% do valor total: R$ 7,4 milhões e outros R$ 5,8 milhões em sinalização, que correspondem a 7,2% do total.

As multas impostas pelo DER por excesso de velocidade variam entre R$ 130,16 e R$ 880,41. Já as penalidades aplicadas pelo Detran começam a partir de R$ 88,38 e podem custar até R$ 293,47 aos condutores.
METRÓPOLES
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"SEMENTINHA DO MAL" APREENDIDA COM 38 NA FAZENDINHA

fevereiro 16, 2018
"SEMENTINHA DO MAL" APREENDIDA COM 38 NA FAZENDINHA
💣🚨20° BATALHAO DE POLICIA MILITAR DO DF🚨💣

📌NATUREZA - *POSSE ILEGAL DE ARMA DE FOGO.*
💾Ocorrência 617295
📅 DATA 15/02/2018
🕐 HORA 23:30
 🚓 GTOP ⚡40

📝Histórico: Durante patrulhamento Copom informou sobre ameaça na QL 06 cj h cs 22. No Local citado o solicitante informou sobre um rapaz que estaria ameaçando sua filha dizendo que ia dar tiros. Diante do endereço do suspeito gtop40 deslocou para o endereço e encontrou outro suspeito. Feita a revista nada foi encontrado em sua posse. Posteriormente em sua residência, com entrada franqueada pela mãe, foi encontrado 2 celulares roubados, 2 pinos de substância branca aparentemente cocaína e outra amarelada. Após estas revistas foi deslocado para o endereço do autor da ameaça (qd 2 cj T casa 9, fazendinha). Dentro da casa nada foi encontrado, porem do lado de fora da residência foi encontrado um revólver cal 38 com 6 munições intactas. Como não foi possível identificar o proprietário, a arma foi apresentada juntamente com as substâncias ilícitas e os celulares. Como se tratava de menor o mesmo foi levado a DCA.



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RESUMO DE NOTÍCIAS - 16/FEV/2018

fevereiro 16, 2018
RESUMO DE NOTÍCIAS - 16/FEV/2018

16 fevereiro, 2018
Sexta-feira 
*🗞Edição de Samantha Bertolucci*

💬  "Quem é você, de verdade?"

Dia do Repórter

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Bom dia e Um ótimo fds! 🕚
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