quarta-feira, 27 de julho de 2016

Adeus isonomia histórica!!!!!





Rollemberg avisa que não pode garantir agora paridade do reajuste da Polícia Civil ao da PF


Em reunião hoje (27) com dirigentes de sindicatos que representam a Polícia Civil do Distrito Federal, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) afirmou que considera justa a reivindicação dos policiais civis do Distrito Federal, mas não tem condições de garantir agora a paridade do reajuste da categoria ao negociado em âmbito nacional pela Polícia Federal (PF). Rollemberg disse que não pode dar um “cheque em branco” que futuramente não poderá honrar.
Na conversa, no Palácio do Buriti, Rollemberg ressaltou as dificuldades financeiras que o governo enfrenta e que podem piorar a depender do cenário nacional a partir de agosto, como afirmou em nota (leia abaixo). Ele se refere ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, que será julgado no fim do próximo mês.
Como medida para encontrar uma solução para a demanda dos policiais civis, Rollemberg decidiu criar uma comissão para discutir alternativas, composta por dirigentes do Sinpro, Sindepo e Adepol, além do deputado distrital Cláudio Abrantes (Rede), que tem origem e base eleitoral na Polícia Civil do DF.
Veja a nota do Governo do Distrito Federal:
“O Governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, vem a público reconhecer a excelência do trabalho prestado por todas as carreiras que integram a Polícia Civil do Distrito Federal. Nesse sentido, considera justo o pleito das categorias pelo direito à paridade historicamente existente entre a Polícia Civil do Distrito Federal e a Polícia Federal.
No entanto, como governador de toda a população do Distrito Federal, com a necessária responsabilidade no trato dos recursos públicos, entende que qualquer compromisso de reajuste salarial deve levar em conta a situação de grave crise atravessada pela economia nacional, inédita na história do Brasil.
Essa crise gerou a queda de 3,8% do PIB brasileiro somente no ano de 2015, o que refletiu, pela primeira vez, na diminuição dos valores repassados ao Fundo Constitucional do DF no ano de 2016 em comparação com 2015, no montante de R$ 380 milhões. Importante registrar que, em 2015, 50,5% dos recursos do Fundo foram destinados à segurança pública, percentual esse que evoluiu para 60%, em 2016. O restante dos recursos do Fundo é aplicado na Saúde e na Educação no DF.




Aliado a isso, a definição do cenário político-institucional nacional, previsto para agosto, poderá emitir sinais importantes sobre o comportamento da economia nos próximos meses.
Pelo exposto, o Governo necessita avaliar a viabilidade de uma proposta de reajuste salarial condizente com o comportamento da economia brasileira e local. Para isso, sugerimos a imediata criação de um comitê de negociação, com a primeira reunião na terça-feira (2/8/2016).

Confira os percentuais de reajustes para nove categorias do funcionalismo federal

Polícia federal será beneficiada


O pacote beneficia as categorias de auditor-fiscal e analista tributário da Secretaria da Receita Federal; auditor-fiscal do Ministério do Trabalho; médico perito do INSS; Polícia Federal (delegado, perito, escrivão, papiloscopista e agente); Polícia Rodoviária Federal (PRF); Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit); analista técnico de políticas sociais; analista de infraestrutura e perito agrário do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Até o momento, somente o texto do aumento para os auditores e os analistas da Receita Federal foi enviado ao Congresso Nacional. Apenas a recomposição salarial das duas classes terá um impacto de R$ 290,8 milhões ainda em 2016. Até 2019, o peso no Orçamento será de R$ 2,097 bilhões.

A HISTÓRIA DO MOVIMENTO VÍTIMAS DA TAURUS

segunda-feira, 25 de julho de 2016

*Até então intocáveis, militares entrarão na reforma da Previdência.

*Governo quer regra única para todos*


O governo decidiu acelerar as discussões sobre a reforma da Previdência Social e, segundo o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, todos os trabalhadores terão que dar a sua cota nas mudanças de regras que serão propostas ao Congresso.

Não haverá, nas palavras de Padilha, privilégios para nenhum grupo específico. Haverá um regime único. *Isso vale, inclusive, para professores e policiais militares, que têm regime especial e se aposentam aos 25 anos de trabalho*.

http://blogs.correiobraziliense.com.br/vicente/ate-entao-intocaveis-militares-entrarao-na-reforma-da-previdencia-governo-quer-regra-unica-para-todos/

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Governo enviará ao Congresso novas propostas de reajuste para servidores


Reforma salarial inclui nove categorias, incluindo auditores fiscais e PF.
Objetivo é 'fortalecer relação' entre Estado e servidores, informou ministério.

Do G1, em Brasília
O Ministério do Planejamento informou nesta quinta-feira (21), por meio de nota, que o governo federal encaminhará ao Congresso Nacional propostas de reajuste a servidores públicos de nove categorias. Segundo a pasta, os aumentos foram negociados com os sindicatos de cada setor entre fevereiro e maio deste ano.

Entre os beneficiados, estão auditores fiscais da Receita Federal, agentes da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal (veja lista completa ao final da reportagem). O Ministério do Planejamento não informou a data em que os projetos serão enviados ao Legislativo. Para começar a valer, as propostas precisam ser aprovadas tanto na Câmara quanto no Senado e, em seguida, sancionados pela Presidência da República.

O anúncio foi feito um dia após o presidente em exercício, Michel Temer, sancionar, sem vetos, os projetos que concedem reajuste de até 41,47% nos salários dos servidores do Judiciário e aumento salarial de 12% para analistas e técnicos do Ministério Público da União.

O anúncio ocorre em meio a crise econômica e a baixa arrecadação, menos de dois meses após o Congresso aprovar a redução da meta fiscal e autorizar rombo nas contas públicas de 170 bilhões. Nesta quarta-feira, presidente em exercício, Michel Temer, sancionar, sem vetos, aumento de até 41,47% para servidores do Judiciário e de 12% para analistas e técnicos do Ministério Público da União. "O encaminhamento dos PLs [das outras nove categorias] agora busca fortalecer a relação de confiança entre o Estado e os servidores", diz a nota divulgada nesta quinta-feira do Planejamento.

O ministério não informou qual será o impacto dos reajustes nas contas públicas, mas explicou que a reforma salarial está prevista prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano e que, nos próximos anos, será incorporada às respectivas LOAs.

"É importante notar que as despesas com pessoal do governo federal estão estáveis nos últimos anos em relação ao PIB, tendo, inclusive apresentado uma pequena queda, de 4,6% do PIB em 2009 para 4,2% na estimava para 2016, já considerando os reajustes. [...] Nos períodos 2012-2015, essas categorias tiveram reajustes que somaram em geral 18% para uma inflação acumulada de 40%", informou a pasta.
Reajuste parcelado
O governo informou que, segundo os projetos, analistas e auditores da Receita Federal, auditores do Trabalho e médicos peritos no INSS terão reajustes implementados em quatro parcelas, a primeira ainda em 2016 e as demais em janeiro de 2017, 2018 e 2019.

Ainda segundo o Planejamento, as propostas preveem que as categorias da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, do Dnit, ATPS, Analista de Infraestrutura e de Perito Agrário do Incra não terão aumento da remuneração neste ano e terão reajustes escalonados de 2017 a 2019.

Veja a lista das categorias contempladas:

– Auditores-fiscais e analistas-tributários da Secretaria da Receita Federal
– Auditores-fiscais do Ministério do Trabalho
– Médicos Peritos do INSS
– Polícia Federal (Delegado, Perito, Escrivão, Papiloscopista e Agente)
– Polícia Rodoviária Federal
– Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit)
– Analista Técnico de Políticas Sociais (ATPS)
– Analista de Infraestrutura
– Perito Agrário do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra)
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