quinta-feira, 29 de setembro de 2016

ATUALIZAÇÃO DAS PROVÁVEIS PROMOÇÕES PARA DEZEMBRO


ATUALIZAÇÃO DAS PROVÁVEIS PROMOÇÕES PARA DEZEMBRO  EM – 29/09/2016
VAGAS
PROMOÇÕES COM REDUÇÃO DE 50% DO INTERSTÍCIO(30 MESES)
PROMOÇÕES COM 100% DO INTERSTÍCIO(60 MESES)
ST
25
25
25
1º SGT
383
408
00
2º SGT
261
 669 
21
3º SGT
18
     687     
39
CABO
1539
    ** 1105    (2226)
00
TOTAL   2226
2805
85


**PARABÉNS CFP 01 E 02 REPECTIVAMENTE!!!  TODOS OS 1105 SOLDADOS DOS REFERIDOS CURSOS  ESTARÃO APTOS A SEREM PROMOVIDOS À GRADUAÇÃO DE CABO EM DEZEMBRO, BASTA A REDUÇÃO DE 50% DO INTERSTICIO.



CABE RESSALTAR QUE AS PROMOÇÕES A GRADUAÇÃO DE 2º SGT, E EM CONSEQUÊNCIA AS PROMOÇÕES A GRADUAÇÃO DE 3º SGT DEPENDEM, ALÉM DA REDUÇÃO DO INTERSTÍCIO, DE MILITARES COM O CAP(CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE PRAÇAS) EM 29/09/2016 TEMOS SOMENTE – 526- 3º SGT COM CAP







terça-feira, 27 de setembro de 2016

PM tem prisão decretada após criticar corporação em comentário no Facebook

Ricardo Senra - @ricksenra



Reproduçao do FacebookImage copyrightREPRODUÇÃO
Image captionSoldado punido por 'desrespeitar instituição' disse à BBC Brasil que 'nossa conduta tem reflexos diretos no tratamento ao povo': 'Um pm que dorme em ambiente inóspito, que come mal, que é mal tratado, é uma bomba prestes a estourar em cima do povo'

Um policial militar do Rio Grande do Norte teve decretada prisão de 15 dias após escrever um comentário crítico à corporação em uma postagem no Facebook.
Soldado há 8 anos, João Maria Figueiredo da Silva foi punido por "publicar em rede social" palavras "que desrespeitam e ofendem a instituição e seus integrantes, além de promover o descrédito do bom andamento do serviço ostensivo da Polícia Militar", segundo decisão publicada em Boletim Geral da PM potiguar na última quarta-feira.
Na postagem do Facebook, Figueiredo escreveu: "Esse estado policialesco não serve nem ao povo e muito menos aos policiais que também compõe uma parcela significativa de vítimas do atual contrato social brasileiro. Temos uma polícia que se assemelha a jagunços, reflexo de uma sociedade hipócrita, imbecil e desonesta."
"Repito: o modelo de polícia ostensiva baseado nos moldes militares é uma aberração para o estado democrático e de direito, a começar pelo exercício da cidadania nesse ambiente onde a importância do subordinado se resume apenas a um elemento de execução", prosseguiu o soldado.
À BBC Brasil, o policial, estudante de Direito e conhecido por defender publicamente a desmilitarização da polícia, classificou a pena como "injusta" e "censora". A corporação, entretanto, argumenta que a decisão é legítima e respeitou o amplo direito de defesa.
"Eu estava fazendo um comentário em uma discussão acadêmica", disse Figueiredo. "Meu comentário trazia a visão de alguém de dentro da corporação. O discurso do 'bandido bom é bandido morto' tem aflorado cada vez mais dentro das corporações e quem pensa diferente, como eu, acaba sendo um ponto fora da curva e sofrendo sanções."
O texto foi publicado na página da plataforma Mudamos, do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro. A postagem original discutia a criação de ouvidorias externas na PM para controle e garantia de direitos dos policiais - lançada em outubro de 2015, a plataforma discute problemas e soluções para problemas de interesse público.

Investigação

À BBC Brasil, a Polícia Militar do Rio Grande do Norte confirmou, em nota, o pedido de prisão, argumentando que "sempre prezará pela ética e impõe aos seus membros uma conduta profissional ilibada, com rigorosa observância das leis".
A decisão foi publicada na última quarta-feira - e a efetivação da prisão, segundo as normas da corporação, pode acontecer a qualquer momento.
A Polícia Militar disse à reportagem que "lamenta quando policiais militares são acusados de envolvimento em atos que vão de encontro aos regulamentos e normas que regem nossa Instituição".


ReproduçãoImage copyrightREPRODUCAO
Image captionSegundo decisão publicada em Boletim Geral da PM, soldado cometeu transgressão por, entre outras coisas, 'promover descrédito do bom andamento do serviço ostensivo policial militar'

Na decisão pela prisão, a instituição se baseou em parágrafos do regimento interno que exigem que policiais sejam "discretos em suas atitudes e maneiras e em sua linguagem escrita e falada", "mesmo fora do serviço ou na inatividade", e zelem pelo "bom nome da Polícia Militar e de cada um dos seus integrantes, obedecendo e fazendo obedecer os preceitos da ética policial-militar".
Em sua peça de defesa, os advogados do policial afirmam que na "publicação não há qualquer identificação ou manifestação do paciente enquanto policial militar ou no exercício da função, aludida declaração foi dada fora do expediente e, como dito, dentro de um fórum de discussões acadêmico fechado, sem direcionamento específico a qualquer autoridade ou organização".
"A corporação se julga dona do cidadão", argumentou à BBC Brasil, por telefone, o advogado Bruno Saldanha, que defende o soldado. Ele critica a forma com que o caso foi conduzido dentro da polícia.




"Se seguisse a norma, a autoridade (policial) deveria ter levado o caso à corregedoria da Secretaria de Segurança Pública, que analisaria se há ou não justa causa. Mas a própria autoridade policial abriu a sindicância, nomeou uma pessoa para ouvir o João e ela mesmo determinou a pena, que é extremamente pesada pelo que vem se observando no meio militar", disse Saldanha, por telefone.
A PM nega que o procedimento tenha ferido qualquer regra. "Ao Soldado João Maria Figueiredo, foram salvaguardados todos os direitos e prerrogativas, além de observados os princípios constitucionais da inocência e do devido processo legal."
Figueiredo também alega ser vítima de perseguição política dentro da corporação, por ser um "defensor dos direitos humanos e lutar pelos direitos básicos dos policiais e seus familiares".
"A liberdade de pensamento e de expressão é garantida pela Constituição Federal", argumenta a defesa. "A decisão pela prisão administrativa do militar tem claro viés político, haja vista a incongruência de pensamentos defendidos pelo paciente e a autoridade coatora que, infelizmente e ao que tudo indica, valeu-se de sua função para censurar e intimidar o militar no exercício de sua liberdade de expressão e acadêmica."
A corporação também comentou, em nota enviada à BBC Brasil, a crítica do soldado. "Como o policial militar alega 'perseguição política' para a decisão sobre a sanção disciplinar sofrida, e sempre buscando a lisura e imparcialidade da Polícia Militar, esperamos que o mesmo busque os meios legais para a modificação da aplicação da punição administrativa sofrida."

Jurisprudência

A decisão da corporação tem base no Regulamento Disciplinar da Polícia Militar do Estado, criado em fevereiro de 1982 - seis anos antes da Constituição de 1988.
Aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal em agosto passado, um projeto de Lei pretende vedar qualquer "medida privativa e restritiva de liberdade", classificando-as como "flagrantemente inconstitucionais", e obriga os Estados a "instituírem novos códigos de ética e disciplina das duas categorias".
O projeto segue para votação em plenário, ainda sem data determinada.
O tema também é discutido localmente - caso da Paraíba, que no último dia 21 determinou, por decreto, a não aplicação das penas de detenção e prisão disciplinar em relação a PMs e bombeiros.
"A gente não pode esmorecer", disse o soldado punido à BBC Brasil. "A nossa conduta tem reflexos diretos no tratamento ao povo. Um pm que dorme em ambiente inóspito, que come mal, que é mal tratado, isso é uma bomba prestes a estourar em cima do povo, e é uma bomba."

Fonte: BBC brasil - link: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-37478930







segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Mídia expõe Policial e a corporação, mas, a verdade é outra!!!

Entendam o caso:

O Portal Metrópoles publicou matéria em que afirmava que um Policial Militar estaria dormindo dentro de uma viatura durante o expediente. 

Vejam:

Entretanto a verdade não é essa!!! E como de costume a mídia irresponsável fez mais uma vítima.

Vejam o relato abaixo: 

"Por volta das 8:00 hs, enquanto aguardava colega para assumir o serviço voluntario,  que começaria as 10:00  no Paranoá. Passei mal dentro da viatura, alguma alma sebosa filmou e maldosamente divulgou, dizendo que este Policial estava dormindo. dentro da viatura. Quem me conhece sabe que sou sempre atento ao meu serviço e fiel a Corporação. A minha ficha de assentamento responde por mim. Lá consta também que sempre tive esse terrível problema de desmaio. Tomo Gardenal e Hidantal. Uso a mais de 03 anos

Esta covarde exposição me deixou muito envergonhado, mas, Deus sabe do meu problema e também a nossa junta médica. 

Agradeço o companheirismo daqueles que realmente sabe o que é um problema de saúde.
Obrigado a todos."

ST EVANDRO

A resposta dos colegas nas redes sociais: 


Cabe ressaltar também que o militar em questão irá tomar as medidas necessárias nas esferas cível e penal contra o Portal Metrópoles, pleiteando a reparação por danos morais e a retratação pública do site com o mesmo espaço e meio em que fez a divulgação.








sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Licença Premio na mira do GDF.

Rodrigo Rollemberg. Foto: internet/reprodução.
Com a crise financeira geral instaurada a licença prêmio está com os dias contados. No DF, tirando os policiais civis, todos os demais servidores podem deixar de gozar a licença para receber a bolada.

O TCDF reservou R$ 10 milhões no orçamento de 2017 para pagá-las. O GDF alega estar quebrado e corre para conseguir mudar as regras do jogo e impedir no futuro que servidores convertam licença em pecúnia.
Enquanto isso a debanda do serviço público continua. Quem tem tempo para se aposentar não pensa duas vezes, já que o futuro não se revela nada promissor.
Fonte: blog do Guilherme Pontes